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Jejum intermitente: como fazer, benefícios, a minha experiência…

O jejum intermitente é útil para algumas pessoas. Hoje vou-vos contar como fazer, quais os benefícios e a minha experiência.

O jejum intermitente é o número de horas que conseguimos ficar sem comer da noite até de manhã. Isto é um dos ciclos naturais do nosso organismo. Assim como passamos uma parte do tempo acordados e a comer, o jejum é também algo normal do nosso organismo.

O jejum que todos deviamos fazer:

Chama-se “jejum fisiológico” e é de 12 horas. O jejum das 12 horas não é considerado como um jejum intermitente, porque só a partir das 12 horas é que conseguimos alguns benefícios como produzir os corpos tónicos e a posterior “desintoxicação” do nosso corpo.

Este, segundo a nutricionista Diana Correia, é o que todas as pessoas deviam fazer, e é muito fácil, porque podemos aproveitar toda a noite para fazê-lo! Por exemplo, jantamos às 20h e voltamos a comer às 08h do seguinte dia. Fácil 🙂

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Quais são as vantagens de fazer jejum intermitente? (de + de 12 horas)

  • Melhoria do nosso metabolismo (de marcadores bioquímicos, colesterol, insulina…);
  • Melhora a sensibilidade à insulina;
  • Está muito associada a um poder anti-inflamatório e anti-oxidante;
  • Inúmeros benefícios na regeneração celular (anti-envelhecimento);
  • Ajuda na função intestinal;
  • Pode ser utilizado como estratégia de perda de peso (mas toda a gente o pode fazer, não só as pessoas que querem perder peso).

Uma boa técnica, para quem quer começar a fazer o jejum, é começar sempre pelas 12 horas e tentar ir aumentando aos poucos, para conseguir fazer um jejum de 14, de 16 ou de 18 horas (isso vai depender de cada um).

“Quero fazer jejum mas não quero perder peso.” Como faço?

É importante garantir que consumimos as doses que precisamos para manter o peso ou para atingir o objectivo que queremos. É perfeitamente possível fazer jejum estando a trabalhar hipertrofia, por exemplo. Segundo a nutricionista Diana, “temos de garantir um aporte proteico e um bom aporte calórico para atingirmos os nossos objectivos”.

Notas importantes sobre o jejum:

  1. Não vale de nada fazermos jejum se depois comemos de forma não saudável e não equilibrada;
  2. Se quisermos treinar logo de manhã, é importante que o jantar tenha sido completo (não é “abundante”)
  3. Se depois do jejum consumimos gordura boa e proteínas de boa qualidade e fibras, o corpo vai-se habituar a “ir buscar as gorduras boas” em vez de ir buscar os hidratos de carbono.
  4. O nosso corpo gosta de pequenos picos de stress controlado que nos trazem mais benefícios porque nos activam mais o metabolismo.

Há uns meses fiz um directo no meu Instagram com a nutricionista Diana Correia e ela explicou-nos isto tudo muito bem, e outras coisinhas. Se quiserem espreitar, aqui fica!

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Dora Matos - Health Coach