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Não fui a Cabo Verde. Sonhei!

Os sonhos são sempre difíceis de contar, pelo menos para mim, de forma a que pareçam totalmente verídicos. Mas vou tentar pôr este por escrito.

Depois de mais de 6 horas de espera no aeroporto do Porto, de uma chuva imparável e de um céu carregadinho de nuvens negras eis que o sonho começa.

Mal desci as escadas do avião e pisei esta terra, senti um vento cálido que me beijou a cara para me receber. Aterrei na Ilha do Sal, de madrugada. Foi chegar ao aeroporto e sentir a calma característica deste povo, que é absolutamente contagiante.

Ao chegar ao Hotel – Riu Funana – tive de pedir uma caipirinha, para combater a secura de tantas horas em aeroportos e aviões. Era o mínimo. 😀

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Amanhece cedo nesta ilha. São mais de 10 horas de luz onde a temperatura não desce dos 24/25 graus dia e noite. Podes nadar, passear pela praia, correr, beber, dançar na areia, ler, fechar os olhos e voar.

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O mar, banhado de uma água azul turquesa, foi o primeiro a convidar-me a entrar e a passar horas, a nadar, sem limites. E o bar da praia? Esse era o “porto seguro”, sempre com kisomba de fundo (até quem não aprecia este tipo de música começa a gostar)

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São 30 quilómetros de ilha e 15 de largura. Um autêntico spa natural.

Praticamente deserta e cheia de alegria, nesta ilha respira-se uma boa onda que não vi em mais nenhum lugar do mundo.

Como me dizia um comerciante de artesanato da ilha, “Cabo Verde No stress”. E é verdade, aqui parece que nunca há stress.

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Ser portuguesa em Cabo Verde foi duplamente bom. Sempre que dizia que era portuguesa sentia um carinho evidente da parte deles. Aqui conheci uma cultura diferente, gente cheia de bom feeling, que falava a mesma língua que eu. Como eu digo, os cabo-verdianos são meio portugueses, mas inquestionavelmente mais positivos, mais relaxados.

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Não vou dizer que foi fácil acordar deste sonho, porque nunca queremos despertar-nos de um sonho bom. Mas tive de o fazer. Agora resta-me “lutar” contra a “sodade” inevitável e que também sentia a Cesária Évora.
 
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Piscina Natural de Buracona

As minhas recomendações:

  • Piscina Natural de Buracona: Se o mar estiver calmo dá para fazer mergulho nestas piscinas, o que não aconteceu connosco. Apesar de não estar bravíssimo, havia que ter um certo cuidado. Estas piscinas foram formadas devido à força do mar que embateu na rocha que é vulcânica.

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  • Salinas Pedra do Lume: Uma experiência muito divertida!! O mais incrível é boiar nesta água. Tenta levantar um bocadinho os pés do chão… a água sobe-te com uma rapidez que te surpreende, e é tão cómico!! E se experimentares a nadar vais ver que a tua velocidade aumenta significativamente! Parece que estás a nadar em azeite! Outra coisa: Quando entrares pensa duas vezes antes de meter os olhos debaixo de água! Digamos que há uma elevada concentração de sal que depois não te deixa abrir os olhos sem os molhares com água doce. Não é grave, mas é desconfortável. Ah, podes mergulhar e tentar chegar ao fundo 😉
  • Porto de Palmeira

2 Comments

  • Ana Couceiro Pires
    Posted Fevereiro 3, 2016 at 2:54 pm

    Uah!!! Adorei o teu blog… 🙂 Já o percorri todinho! Gostei de ver a tua viagem ao México deu para matar saudades… Também já lá estive e fica sempre a vontade de voltar.
    Devias associar o blog ao bloglovin para ser mais fácil segui-lo. Um beijinho *

    • doramatos.com
      Posted Fevereiro 4, 2016 at 6:56 pm

      Ana, desde já muito obrigada pelas tuas palavras e por leres o que eu escrevo! É muito especial saber que algumas pessoas gostam do que fazemos e que ainda por cima o põem por escrito. Vou seguir o teu conselho. Mais uma vez obrigada e espero ver-te mais “por aqui”. Beijinhos!!

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