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Que trouxe na minha mochila para a Ásia? (opinião, depois de mais de um mês)

Bem, já levo um mês pela Ásia! E sei que este é um tema que suscita muita curiosidade. Que trouxe na minha mochila da Quechua? Recomendo viajar assim por aqui? Quais os inconvinientes? Hoje vou-te contar o que trouxe na minha mochila para a Ásia.


Sem dúvida que preparar uma mala como esta, sobretudo, não sabendo quanto tempo é que vou ficar por estes lados do mundo, traz sempre uma dificuldade acrescida. No início, seleccionar a minha roupa até nem foi difícil (porque foi pouca, inevitavelmente!), mas ás vezes penso que não devia ter trazido tal peça de roupa…

Ou se calhar devia ter trazido tal outra…  Lá está, nós nunca sabemos porque podem acontecer imprevistos, por isso, tens de trazer sempre alguma roupa de abrigo (pouca), mesmo que vás para um sítio quente (muito tempo). Ah, tens de trazer pelo menos dois ou três pares de calçado…

Agora… Como organizei a minha mochila?

Tens de meter mesmo o essencial, o que vais necessitar de certeza. Não podes ceder ao primeiro instinto de pôr toda a roupa que gostas na mala, porque vais ter de tirar metade. Aliás, eu fiz uma primeira selecção e dessa primeira escolha, tive de fazer uma segunda selecção ?

Bolsas para organizar a tua roupa:

São estas e dão imenso jeito para organizar a roupa por tipos. No meu caso, e uma vez que a mala é pequena, levei um saco médio e outro pequeno: um para a roupa normal e outro para bikinis, roupa de desporto, meias e cuecas. Onde podes encontrá-las? Aqui! São super leves e práticas e vão-te poupar uma mala virada de pantanas, acredita!

Que roupa trouxe?
  • Umas calças super leves (daquelas de verão, tecido leve);
  • 3 pares de saias (de tecido fino);
  • 3 tops e duas t-shirts de manga curta;
  • Dois casaquinhos de meia manga (se calhar só tinha trazido um);
  • Um casaco de ganga (se calhar nem o tinha trazido);
  • Uma camisola mais quente;
  • bikinis (se calhar, tinha trazido mais!);
  • Roupa de desporto (se calhar, tinha trazido mais!)
  • 7 pares de cuecas e 4 de meias;
  • Um pareo (que serve de toalha de praia e de vestido: devo confessar que isto foi do melhor que fiz);
  • Uma camisaa de praia (tecido ultra leve, mas se fosse hoje se calhar optaria por outro top ou t-shirt, que me faz mais falta);
  • Necessaire (com o básico);
  • Malinha de medicamentos (não vá o diabo tecê-las)
  • Um vestido ?
  • Dois pares de sapatilhas (umas para correr e as outras… para nada, sinceramente)
  • Umas sandálias (típicas de turista)
  • Uns chinelos de enfiar no dedo
  • Umas sandalinhas baixas e leves para pôr à noite, para ir jantar.

Como vês, só trouxe o básico e roupa mais leve possível.

Se soubesse o que sei depois de um mês?

Como viram, coloquei algumas observações entre parêntises enquanto vos dizia que trouxe na minha mala. Hoje, se calhar substituía o casaco de ganga por outra peça de roupa. Ou em vez de um vestido tinha trazido duas peças de roupa que ocupassem o mesmo.

Lê: “A necessidade de minimalismo extremo pós viagens”.

Na verdade, não queria vir com a mala a rasgar porque sabia que de certeza ía encontrar coisas que ia gostar por aqui. Acho que também não faz muito sentido vir com a mala cheia para um sítio onde podes encontrar roupa e acessórios diferentes por preços mesmo muito acessíveis.

O que não tinha trazido?

O segundo par de sapatilhas! Foi um erro crasso, porque desde o aeroporto que não as calcei (e na verdade, não as necessito!) Arrependo-me de as ter trazido porque afinal, só me estão a ocupar espaço.


Já sabem, quando fizerem uma viagem em que tenham pouco espaço na mala, pensem bem no que querem trazer, e tragam sempre, pelo menos, uma peça de roupa para o clima contrário (também podem comprar quando chegarem ao destino).  Porque podes ir numa altura do ano em que se calhar, é época de chuva… E faz frio! Nunca se sabe, mas informa-te bem antes de partires 🙂


ps. Escrevi este post há uns dias, e entretanto decidimos que vamos também ao Japão. Sendo assim, já não sei se foi tão “crasso erro” ter trazido as sapatilhas. Se calhar, não! 😛

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Dora Matos - Health Coach